"O devaneio é o cetro do poeta.
Flutua, voa, espairece e carece.
Submerge, ondula e flui.
Reina, plácido, entre os aromas
e os cânticos eternos dos poemas.
Mente, esbraveja subversões em lampejos
que mais parecem cometas siderais." {alguém}
sei lá. é isso. e não acaba por aí. {eu}
do deviantart:


Nenhum comentário:
Postar um comentário