quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Atrás dos holofotes está a resposta

Cadê aquele felipe antigo que de tão otimista se contagiava?
Saiu pra dar uma volta? Abandonou a si mesmo?
Se deixou levar pelo canto de tantos outros felipes que até então nunca tiveram chance de aparecer, ofuscados pela luz desse tão esplendoroso otimismo?
Mas cadê, então, você que não suporta tal ostracismo? Onde está você então?

Por quanto tempo mais eu vou aguentar, ansiar, desejar e aguardar que o tempo se resolva por si só?
Porque sim, isso interfere na minha busca que de tão plural, tão comum e tão solitária, monospreza-se à banalidade.

Por quanto tempo então eu vou ter que dialogar só?
Por quanto tempo então vou ter que escolher palavras, escolher destinos, escolher escolhas já escolhidas?
Escolher não viver os caminhos que estão na sua frente? Por que valores se faz essa escolha?

Não há o que entender. A tortura do viver com a dor de não poder voar machuca, atrofia e se esquece...

Nenhum comentário:

Postar um comentário